Um glossário curto
O que fazemos, em palavras simples
Sete ideias por trás da Flowlexi, do PaveDB e do livro Inspectable Retrieval with PaveDB — explicadas para quem administra empresas, não servidores. Cada uma aponta para onde vive no nosso stack.
Busca semântica
A busca clássica encontra as palavras que você digitou. A busca semântica encontra o que você quis dizer: pergunte por “prazos de cancelamento de contrato” e ela também traz a cláusula que diz “qualquer das partes pode rescindir em 30 dias”, mesmo sem nenhuma palavra em comum.
Funciona porque o texto é comparado por significado, não por grafia. Para um negócio, isso muda o valor de uma base de conhecimento: as pessoas encontram respostas escritas com palavras diferentes das da pergunta — ou seja, quase todas.
O PaveDB é um motor de busca feito assim — pavedb.org Voltar ao topo ↑
Embeddings
Um modelo de embeddings lê um trecho de texto e o coloca como um ponto num mapa gigante, onde distância significa semelhança de significado. “Política de reembolso” e “regras de devolução do dinheiro” caem perto; “política de reembolso” e “regras do estacionamento” caem longe.
A busca semântica então se resume a isto: colocar a pergunta no mesmo mapa e olhar o que está por perto. Qual modelo desenhou o mapa — e qual versão dele — decide tudo sobre os resultados.
Veja os modelos que o PaveDB roda — pavedb.org/docs Voltar ao topo ↑
RAG — geração aumentada por recuperação
Modelos de linguagem são fluentes, mas respondem de memória. O RAG faz o modelo pesquisar primeiro: recupera os documentos relevantes e escreve a resposta a partir deles, com citações.
O teto de qualidade de um sistema RAG é a recuperação. Se você não consegue auditar o que foi recuperado e por quê, não consegue explicar a resposta — e é por isso que começamos pelo lado da busca.
Flows de IA portáveis e declarativos
A maioria das automações de IA é código-cola: lógica enterrada em scripts que só o autor entende. Um flow declarativo descreve os passos num arquivo legível — buscar, decidir, agir — como uma receita, e não um rastro de panelas sujas.
Arquivos legíveis podem ser revisados, versionados e levados de um ambiente para outro. A automação deixa de ser segredo de uma pessoa e vira ativo da empresa.
O Flymmatik roda flows assim — flowlexi.com Voltar ao topo ↑
Modelos self-hosted
Os modelos que leem e escrevem texto — encoders e decoders — podem rodar em hardware que você controla, em vez de uma API de terceiros. Seus documentos não saem de casa; o custo é uma máquina, não um taxímetro; o comportamento não muda porque um fornecedor atualizou algo.
O trade-off é honesto: quem opera a máquina é você. Essa é exatamente a parte que vendemos como serviço, para quando você preferir não operar.
Instâncias gerenciadas, as chaves são suas — cloud.flowlexi.com Voltar ao topo ↑
O console na nuvem
Tudo acima, rodando em minutos e sem contratar gente de infraestrutura: o console provisiona sua instância de busca, cuida de chaves e cobrança, e mantém as versões atualizadas.
As chaves, os dados e a saída continuam seus: o motor é código aberto, e seu acervo vai embora com você quando quiser.
O jeito mais rápido de ver tudo isso funcionando é uma instância rodando.
Comece grátis no Flowlexi Cloud